Confederação do Turismo Português | 20 de Setembro de 2017


Imprensa / Comunicados

Desafios que se colocam ao Turismo em 2017 foi tema da reunião de associadas da CTP com Presidente d

2016-12-21

Este encontro aconteceu por convite do Presidente da República no decorrer da anterior audiência com a direção da CTP em Belém, e que face aos bons resultados alcançados pelo Turismo, juntou empresários e representantes do setor privado que integram a CTP para fazer um balanço da atividade turística em 2016 e uma reflexão sobre o próximo ano.

Francisco Calheiros, presidente da CTP, assinalou o acentuado crescimento da atividade em 2016 e em todos os indicadores, mas alertou para os principais fatores críticos para o Turismo, nomeadamente, a necessidade de manter a legislação laboral, sobretudo no que se refere ao regime da contratação a termo, a urgência de encontrar uma solução para o aeroporto de Lisboa e a adoção de medidas que permitam recapitalizar as empresas, através de programas de investimento e redução de custos de contexto.

No plano internacional, o presidente da CTP garante que estará atento ao impacto do Brexit no Turismo nacional e ao clima de insegurança que se vive hoje na Europa.

De referir que Francisco Calheiros aproveitou também a reunião para fazer um apelo aos trabalhadores dos aeroportos nacionais que convocaram greves para entre os dias 27 e 30 deste mês para reconsiderarem esta decisão, pelo forte impacto negativo que terá no Turismo e pelos transtornos causados a muitos portugueses que visitam as suas famílias na quadra natalícia. 

O Turismo é um dos setores mais relevantes para o PIB e tem representado um papel decisivo na recuperação da economia nacional. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e Banco de Portugal (BdP) indicam que este ano (até outubro), as dormidas de estrangeiros subiram 10,8% em relação ao ano anterior, os hóspedes estrangeiros cresceram 12,1% e as receitas turísticas consolidaram-se nos 11 mil milhões de euros, representando um crescimento de 10,3%, face ao período homólogo de 2015.


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